Motivação

"É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios." - Bezerra de Menezes

 

Bezerra de Menezes 

Mensagem "Unificação",

psicografia de Francisco Cândido Xavier

Reformador, agosto 2001

 

O Espiritismo, linfa pura, consolador prometido por Jesus para saciar a fome e a sede da verdade daqueles viajores desiludidos das explicações materialistas para as questões da vida, a existência do ser, o seu destino e a finalidade de suas provas redentoras, contribui para que a humanidade adentre em uma nova fase, a do progresso moral.

O projeto PENSAR ESPÍRITA é uma tênue contribuição de seus idealizadores na difusão dessa doutrina de luz, com a limpidez com que foi recebida dos Benfeitores da Humanidade pelo Mestre Lionês Allan Kardec.

INTRODUÇÃO

Jesus, profundo conhecedor da alma humana, já antevendo as incompreensões e deturpações que ocorreriam com a Sua Mensagem de Amor e de Verdade, em função da fragilidade intelectual e moral dos homens, prometeu enviar outro Consolador[1], que no tempo certo ensinaria todas as coisas e faria recordar tudo o que Ele tinha dito.

 

Ao se perscrutar a história, percebe-se que Seu vaticínio se cumpriu integralmente, vez que o Cristianismo foi profundamente incompreendido e deturpado pelos homens. Complementando a Sua profecia, em 18 de abril de 1857 surge a Doutrina Espírita – com a publicação em Paris de O Livro dos Espíritos -, trazendo de volta os ensinos de Jesus de forma cristalina, profunda e bela. Os Espíritos vieram não só confirmar as Suas palavras, mas também mostrar a sua utilidade prática. Tornaram inteligíveis e patentes verdades que haviam sido ensinadas sob forma alegórica[2].

Para evitar que idêntico fenômeno deturpador ocorresse com a Nova Revelação, o Espírito de Verdade propôs o célebre desafio: - “Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo[3].

 

Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo, com a clareza que lhe era peculiar, expôs a necessidade de se “cuidar dos interesses da Doutrina e da sua propagação; manter-lhe a utilidade, pela conservação da integridade dos princípios firmados; prover ao desenvolvimento de suas consequências[4]. Objetivava o Codificador, com esse lembrete, alertar aos espíritas para a preservação dos Postulados Espíritas, pulcros, conforme recebidos da Falange do Espírito da Verdade.

 

Léon Denis comunga com a observação de Kardec, pois que elucida que “o Espiritismo será o que o dele fizerem os homens[5].

 

Os Imortais, em O Livro dos Espíritos, alertaram que a Doutrina Espírita teria de sustentar grandes lutas antes de se tornar crença comum:

“798. O Espiritismo se tornará crença comum, ou ficará sendo partilhado, como crença, apenas por algumas pessoas?”

“Certamente que se tornará crença geral e marcará nova era na história da humanidade, porque está na natureza e chegou o tempo em que ocupará lugar entre os conhecimentos humanos. Terá, no entanto, que sustentar grandes lutas, mais contra o interesse, do que contra a convicção, porquanto não há como dissimular a existência de pessoas interessadas em combatê-lo, umas por amor-próprio, outras por causas inteiramente materiais. Porém, como virão a ficar insulados, seus contraditores se sentirão forçados a pensar como os demais, sob pena de se tornarem ridículos.[6]

 

Nesse sentido, o Codificador sugere uma ação preventiva:

“Um curso regular de Espiritismo seria professado com o fim de desenvolver os princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios. Esse curso teria a vantagem de fundar a unidade de princípios, de fazer adeptos esclarecidos, capazes de espalhar as ideias espíritas e de desenvolver grande número de médiuns. Considero esse curso como de natureza a exercer capital influência sobre o futuro do Espiritismo e sobre suas consequências.”

 

Nessa mesma linha de análise, Vianna de Carvalho, na mensagem Espiritismo Estudado afirma ser “Impostergável, nos cometimentos diários, o dever de estudar e aplicar as nobres lições do Espiritismo, no atual estágio da evolução do pensamento[7].

 

E, arrematando esse arrazoado, Vianna de Carvalho expõe:

“O Espiritismo é a grande resposta para as questões perturbadoras do momento. A sua correta divulgação é exigência destes dias turbulentos, em razão dos recursos inexauríveis que possui e coloca à disposição dos seus adeptos.”

“Não obstante, apresentam-se alguns obstáculos que resultam da própria imperfeição da criatura humana.”

“De um lado, encontram-se os adeptos conservadores, que não admitem sejam possíveis contribuições provindas das modernas experiências científicas que o confirmam, enquanto outros, os que se dizem evolucionistas propunham por uma adaptação aos tempos atuais, adulterando-lhe os conceitos valiosos sob o falso pretexto de que alguns deles estão superados.”

“Desejamos referir-nos, porém, à FIDELIDADE DOUTRINÁRIA.”

“É muito difícil preservar-se a criatura em equilíbrio, quando diferentes fatores conspiram contra a sua fidelidade e exercem acentuadas pressões que lhe perturbam o discernimento. E esses, quase sempre terminam por impor-se, em decorrência da fragilidade moral daquelas pessoas que lhes padecem o impositivo.”

“O Espiritismo deve ser divulgado conforme foi apresentado por Allan Kardec, sem adaptação nem acomodações de conveniência em vãs tentativas de conseguir-se adeptos.”

“É a doutrina que se fundamenta na razão, que decorre da observação do fato em laboratório e, por isso mesmo, não se compadece com as extravagâncias em predomínio nos diferentes segmentos religiosos da Humanidade nos seus mais diversos períodos.” “Possui a sua estrutura, que resiste a quaisquer investidas e lutas, permanecendo inabalável, sem que tenha necessidade de reformular conceitos para acompanhar modismos e modernismos, a pretexto de adaptá-la aos caprichos então vigentes.”

“Por meio sub-reptício, porém, não faltam tentativas de enxerto de ideias e convenções, práticas inconvenientes e comportamentos que não encontram guarida na sua rígida contextura doutrinal que, aceitos, poderiam criar desvios, através dos quais atrairia incautos e desconhecedores das suas propostas corretas, destituídas de compromissos com outras doutrinas, que iriam criar, sem dúvida, perturbações perfeitamente evitáveis.”

“A pretexto de cultura espírita, pretende-se deixar à margem os estudos dos seus postulados, para que sejam adotados programas com os quais o Espiritismo não tem compromisso nenhum.”

[...]

“Indispensável, portanto, a vigilância de todos os espíritas sinceros, para que o escalracho seitista e sutil da invasão de teses estranhas, não predomine no seu campo de ação, terminando por asfixiar a planta boa que é, e cuja mensagem dispensa as propostas reformadoras, caracterizadas pela precipitação e pelo desconhecimento dos seus ensinamentos.”

[...]

“Preservá-lo da presunção dos reformadores e das propostas ligeiras dos que o ignoram e apenas fazem parte dos grupos onde é apresentado, constitui dever de todos nós, encarnados e desencarnados, que fomos convidados ao esforço de edificar a Nova Era do Espírito Imortal, seguindo as pegadas de Allan Kardec, o discípulo fiel e incorruptível de Jesus.” [8]

 

JUSTIFICATIVA

 

Assim como ocorreu com o Cristianismo nascente, o Espiritismo, ou melhor, o Movimento Espírita, tem sofrido a influência de ideias e práticas estranhas a sua estrutura doutrinaria, (problemática que persiste até os dias de hoje), conforme já anotou, em 2008, o nobre Espírito Vianna de Carvalho, quando destaca a necessidade do Espírita ser Fiel aos postulados da Doutrina Espírita:

“Vigem, em muitos setores da prática espiritista, normas e diretrizes ultrajantes à Mensagem de que Allan Kardec foi instrumento do Alto, seja por negligência de muitos dos seus membros, seja pela crassa ignorância daqueles que assumem responsabilidades definidas, ante os dispositivos abraçados, sem os necessários recursos culturais indispensáveis.”

“Ante a grandeza da Revelação, por estarem acostumados às limitações típicas das seitas do passado, ou porque ainda vinculados às superstições nefandas dos dias recuados, muitos pseudo-espiritas pretendem reduzir a grandeza imensurável do Espiritismo à estreiteza de uma nova seita, em cujo organismo grassem os erros derivados da incompetência e do abastardamento, de que o desconhecimento da Codificação se faz motivação poderosa.”

[...]

“A princípio, o Cristianismo foi eficiente remédio aplicado sobre as feridas do Paganismo. A indiscriminada e irracional utilização da Doutrina do Cristo, deformada nos seus pontos básicos, sobre as chagas sociais da época, produziu cânceres mais virulentos do que aqueles que visava a combater e de cujos danos ainda sofrem as comunidades modernas...

Fenômeno consentâneo pode ocorrer nestes dias com o Espiritismo... Sem dúvida, a Doutrina é irreversível e sadia. Todavia, a Boa Nova também o é. . .”[9]

A expressão “fidelidade” se origina do latim “fides”, que significa fé, ter firme e inabalável convicção em determinados princípios[10].

A nobre Entidade Espiritual Joanna de Angelis, abordando sobre o assunto, elucida que:

“Fidelidade! — eis o que escasseia nos diversos labores humanos. [...] Daí se conhecerem os verdadeiros homens através da resistência com que sustentam os ideais, perseverando leais aos postulados abraçados, mesmo quando outros os abandonaram”.[11][12]

Allan Kardec, com grande sabedoria, anotou que,

“A fé raciocinada, por se apoiar nos fatos e na lógica, nenhuma obscuridade deixa. A criatura então crê, porque tem certeza, e ninguém tem certeza senão porque compreendeu. Eis por que não se dobra. Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”[13]

E, para não deixar dúvidas,

“Em vez das palavras espiritual, espiritualismo, empregamos, para indicar a crença a que vimos de referir-nos, os termos espírita e espiritismo, cuja forma lembra a origem e o sentido radical e que, por isso mesmo, apresentam a vantagem de ser perfeitamente inteligíveis, deixando ao vocábulo espiritualismo a acepção que lhe é própria. Diremos, pois, que a doutrina espírita ou o Espiritismo tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos ou seres do mundo invisível.”[14]

 

Manoel Philomeno de Miranda, alerta, sobre os cuidados que devem ter os verdadeiros espíritas contra a incursão dos inimigos da causa, que tentam desacreditar o Espiritismo semeando a desunião entre seus adeptos e pela implantação de ideias que o deturpem, conforme descreve:

“Infelizmente, ainda é da natureza humana o vício de adaptar o conhecimento libertador à estreiteza da sua compreensão, de submeter a lição sublime aos impositivos das paixões e dependências, hábitos doentios e conformistas, geradores do alucinado e equivocado prazer;”

[...]

“Piorando o quadro, no entanto, as disputas por cargos administrativos, a fim de imporem suas maneiras especiais de governança das consciências, em lamentáveis ressonâncias do passado, quando, em outros credos, foram impiedosos e dominadores, vêm-se tornando triviais, sempre em olvido das diretrizes do Mestre ao afirmar: - Quem desejar ser o maior, seja o servidor de todos...”[15]

 

Cônscio dessa realidade, o Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, ofereceu ao movimento espírita brasileiro, dentre outras, as seguintes recomendações:

“estudemos constantemente a Doutrina Espírita, não só para o nosso próprio aprimoramento, como também, para manter o trabalho doutrinário dentro dos princípios espíritas, sem as influências nocivas de interpretações pessoais distorcidas;”

[...]

“mantenhamos o Espiritismo com a pureza doutrinária própria do Cristianismo nascente, sem incorporar à sua prática qualquer forma de ritual, de sacramento ou de idolatria, incompatível com os seus princípios [...];”

“desenvolver todas as atividades espíritas com base nas obras básicas de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita, assegurando a unidade desses princípios em todos os trabalhos realizados e divulgados como atividades espíritas.”[16]

 

MISSÃO DOS ESPÍRITAS - CENÁRIO ESPERADO

O Espírito da Verdade, em mensagem datada de 1860, proclama: “Espíritas! Amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instruí-vos, eis o segundo”[17], conclamando desse modo, os adeptos do Espiritismo à vivência da legítima fraternidade e ao estudo permanente do Espiritismo, como única maneira de vivencia-lo corretamente.

Identificando os verdadeiros espíritas por “Obreiros do Senhor”, prossegue o Espírito de Verdade afirmando:

“[...] Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: “Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra”, porquanto o Senhor lhes dirá: “Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!”[18]

 

O Espírito Erasto, diante da pergunta de Allan Kardec sobre quais os sinais pelos quais se poderiam reconhecer os espíritas que se achassem no bom caminho, obteve como resposta:

– Reconhecê-los-eis pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão. Reconhecê-los-eis pelo número de aflitos a que levem consolo; reconhecê-los-eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal; reconhecê-los-eis, finalmente, pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de Sua lei; os que seguem Sua lei, esses são os escolhidos e Ele lhes dará a vitória; mas Ele destruirá aqueles que falseiam o espírito dessa lei e fazem dela degrau para contentar sua vaidade e sua ambição.”[19]

 

Allan Kardec, cônscio de que não há na Terra, no momento, homens perfeitos, sabia que não poderia haver, igualmente, espíritas perfeitos. Destaca, porém, que se reconhecerá “o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más”[20], compreende-se que, para que o espírita seja fiel ao Espiritismo, precisa se dedicar em buscar sua melhoria intelecto-moral.

 

Temos também a contribuição da Veneranda Joanna de Angelis, conforme segue:

“Seguir a Codificação, estar atento aos seus princípios básicos, preservar a Obra de Allan Kardec, compreendendo o seu alcance superior com vistas à regeneração da Humanidade, cujo processo libertador, concentrado no Evangelho do Cristo, é o cerne de todo o edifício doutrinário – esta a missão dos verdadeiros espíritas”.[21]

 

Emmanuel, ao analisar a questão nº 838 de O Livro dos Espíritos, preceitua:

“Dignifica, assim, a Doutrina que te consola e liberta, vigiando-lhe a pureza e a simplicidade, para que não colabores, sem perceber, nos vícios da ignorância e nos crimes do pensamento [...] Guarda-a, pois, na existência, como sendo a tua responsabilidade mais alta, porque dia virá em que serás naturalmente convidado a prestar-lhe contas”.[22]

 

Igualmente, Bezerra de Menezes ensina:

"Cumpre-vos transferir às gerações porvindouras, com a pulcritude que o recebestes, o patrimônio espírita legado pelos Benfeitores da Humanidade e codificado pelo ínclito Allan Kardec, preparando as gerações novas, que vos sucederão na jornada de construção do mundo novo".[23]

 

E Manoel Philomeno de Miranda ensina que:

“As Instituições de qualquer porte devem manter relacionamentos fraternais de sustentação, a fim de se ampararem nos momentos difíceis, sempre preocupadas em fazer o melhor conforme os ensinamentos do Mestre, sem as infelizes competições muito do agrado do ego doentio daqueles que as constituem.”

[...]

“No passado, os desafios aos espíritas procediam do mundo exterior, sendo fáceis de percebidos e mesmo superados; na atualidade, porém, a crueza da perseguição é de natureza interna, na intimidade das próprias Instituições, por invigilância de alguns adeptos que não se permitem penetrar pelo conhecimento verdadeiro da doutrina.”[24]

REFERENCIAL TEÓRICO

- KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, 363ª edição. IDE, 2014.

- KARDEC, Allan; O Evangelho Segundo o Espiritismo, 349ª edição. IDE, 2014

- EMMANUEL & XAVIER, Chico. O Consolador, 28ª edição. FEB, 2009.

- EMMANUEL & XAVIER, Chico. Religião dos Espíritos, 22ª edição. FEB, 2013.

- CARVALHO, Vianna de & FRANCO, Divaldo. Sementeira da Fraternidade, 1ª edição. LEAL, 2008.

- DELIBERAÇÃO DO CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL de 10 a 12 de novembro de 2006.

 

[1] S. João, 14:15 a 17 e 26

[2] O Livro dos Espíritos, Conclusão, item 8.

[3] O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 6, item 5.

[4] Obras Póstumas, Constituição do Espiritismo.

[5] No Invisível, Introdução.

[6] O Livro dos Espíritos.

[7] Espiritismo Estudado, in CARVALHO, Vianna de & FRANCO, Divaldo. Sementeira da Fraternidade, 1ª edição. LEAL, 2008

[8] Luzes do Alvorecer - Viana de Carvalho/Divaldo Franco – Salvador (BA), 07 de agosto de 1996.

[9] Espiritismo Estudado, in CARVALHO, Vianna de & FRANCO, Divaldo. Sementeira da Fraternidade, 1ª edição. LEAL, 2008

[10] Jornal Mundo Espírita OnLine | Federação Espírita do Paraná | © FEP Dezembro/2015

[11] Espiritismo Estudado, in CARVALHO, Vianna de & FRANCO, Divaldo. Sementeira da Fraternidade, 1ª edição. LEAL, 2008

[12] Convites Da Vida, Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco, cap. 24.

[13] O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XIX, item 7.

[14] O Livro dos Espíritos, Introdução.

[15] Perturbações Espirituais, Manoel Philomeno de Miranda/Divaldo Franco cap. 1,

[16] Reunião do CFN de 12 de novembro de 2006,

[17] O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo VI, item 5.

[18] O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XX, item 5

[19] O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XX, item 4

[20] O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVII, item 4

[21] Segue em Harmonia, pag. 102, Franco, Divaldo Pereira, Ângelis, Joanna e Schubert, Suely Caldas

[22] Religião dos Espíritos, psicografado por Francisco Cândido Xavier, lição nº 80, página 227.

[23] Bezerra de Menezes ontem e hoje, ed. FEB, p. 155, Bezerra de Menezes/Divaldo P. Franco.

[24] Perturbações Espirituais, Manoel Philomeno de Miranda/Divaldo Franco cap. 9,

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